Ambientar os universitários sobre a realidade da atuação de instituições vinculadas ao Poder Judiciário foi o assunto da aula inaugural de um novo curso de Direito na cidade de Araguaína, norte do Estado, nesta terça-feira, 29. O coordenador do Núcleo Aplicado das Minorias e Ações Coletivas (Nuamac) de Araguaína, defensor público Sandro Ferreira Pinto, dialogou com os acadêmicos sobre defesa dos direitos difusos e das minorias.

O convite foi feito pela coordenadora do curso de Direito, Gloriete Marques Alves Hilário, para apresentar a atuação da Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) durante a semana de recepção e acolhimento dos calouros da Faculdade de Ciências do Tocantins (Facit). Além da palestra, a professora Gloriete pretende que os universitários participem de uma visita técnica na DPE-TO para observar a rotina de trabalho.

Em sua fala, o Defensor Público destacou os conceitos de justiça e minoria, explicando que esta última, em geral, é uma maioria de pessoas que não tem acesso hegemônico às políticas públicas. “Essas minorias são resultado da institucionalização da violência que as deixam marginalizadas, longe dos espaços de poder”.

O promotor de justiça do Maranhão Marco Túlio Lopes falou sobre “Atuação do Ministério Público e Algumas Concepções sobre Moral e Justiça”:  “Uma ação judicial pode modificar a vida de uma pessoa para sempre; ela busca saúde, educação e outras obrigações descumpridas pelo poder público, que trazem felicidade”, disse o promotor.        ( Keliane Vale / Ascom DPE-TO) Keliane Vale / Ascom DPE-TO

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