A Amissima, que comercializa luxuosos vestidos femininos, soma-se a outras 37 marcas que utilizaram mão de obra análoga à escravidão. Todas as informações sobre elas estão no aplicativo Moda Livre, disponível no Google Play e na Apple Store, que avalia desde 2013 as ações adotadas para combater o trabalho escravo entre os fornecedores e que acaba de ser atualizado.

A fiscalização do Ministério do Trabalho resgatou 14 trabalhadores em duas oficinas que produziam roupas para a Amissima. A operação, realizada em novembro de 2018, constatou que a jornada chegava a 14 horas diárias, que os trabalhadores não tinham carteira assinada e recebiam menos do que o salário mínimo. Em nota (leia a íntegra), a empresa afirmou que não compactua com ofensas à lei trabalhista e pediu desculpas aos que se sentiram lesados pelo caso….CONTINUE LENDO AQUI…

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